Avaliação da qualidade dos solos e das águas subterrâneas: Mais vale prevenir do que remediar!
Embora não exista regulamentação nacional que estabeleça limiares de aceitabilidade para os poluentes nos solos e nas águas subterrâneas, e que sistematize abordagens para a resolução de situações de contaminação detectadas, este facto não isenta as entidades e os indivíduos de responsabilidades por danos cometidos ao ambiente, tal como estabelecido no regime jurídico da responsabilidade por danos ambientais vertido no Decreto lei nº. 147/2008 de 27 de Julho.
Para prevenir é preciso conhecer!
A forma como se aborda um estudo de avaliação da contaminação de solos e águas subterrâneas é eminentemente evolutiva, começando por efectuar-se um estudo sumário, mais ou menos dirigido em função dos antecedentes das situações em análise, em resultado do qual, ou pode dar-se por concluída a avaliação preliminar efectuada, ou pode aprofundar-se o estudo para caracterizar melhor e delimitar as eventuais situações de contaminação detectadas.
Prevenir pode dispensar vir a remediar!
É importante conhecer as consequências que podem advir de situações de contaminação, verificando-se em muitas circunstâncias que a contaminação pode progredir com o passar do tempo, uma vez que pode ser transportada com as águas subterrâneas a partir de uma fonte fixa, tal como por exemplo solo contaminado.
Intervir em devido tempo e monitorizar são formas importantes de gerir situações de contaminação que podem sofrer um agravamento com o tempo. Evitar conhecer a dimensão de um problema pode vir a revelar-se mais custoso no futuro.
Averigúe e caracterize eventuais situações suspeitas de contaminação para poder abordar a sua resolução de forma técnica adequada.
Com o seu know-how local e com a rede de expertise internacional de que dispõe, a DHV tem certamente condições para o aconselhar e para colaborar na resolução das questões que se lhe possam colocar neste domínio. Contacte-nos!
Info: Catarina Sequeira (catarina.sequeira@dhv.com)